“Foi mais difícil do que em Londres, mas ganhar a prata em casa é mais gostoso do que o ouro fora”

Arthur Zanetti, sobre a conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos Rio 2016

 

“Ficamos muito orgulhosos uns dos outros pela inédita classificação olímpica. Era o objetivo que a gente focou muito tempo atrás: a vaga olímpica.”

Arthur Zanetti, sobre a conquista da vaga por equipe para a ginástica masculina do Brasil, no Mundial de Glasgow (2015)

 

“Era um sonho competir aqui. E foi o maior teste que a ginástica brasileira vai passar até os Jogos (Rio 2016). Conseguimos superar bem a pressão, não está atrapalhando em nada. A energia do público ajuda muito, me deu uma força que eu nunca senti na vida.” 

Arthur Zanetti, sobre a conquista do ouro nas argolas na etapa de São Paulo da Copa do Mundo (2015)

 

“A gente chama os cinco primeiros do Mundial de Nanning de G5. E passar um desses integrantes do Grupo dos 5 melhores do mundo (China, Japão, Estados Unidos, Grã-Bretanha e Rússia) é mesmo muito complicado, vai ser muito trabalho… Não é impossível, mas podemos dizer que o sexto lugar nosso foi excelente. É lógico que a gente quer trabalhar para ficar cada vez mais perto do pódio.”

Arthur Zanetti, sobre o histórico sexto lugar por equipes do Brasil no Mundial de Nanning, na China (2014)

 

“Numa competição por aparelhos, o foco é no aparelho, mas numa competição por equipes primeiro é preciso compor a equipe. Quando foi para a final, ele já havia competido duas vezes nas argolas – na qualificação e na final por equipes -, com desgaste físico e emocional. Mas é assim mesmo, normal. Os resultados foram excelentes: o Arthur é o segundo melhor do mundo nas argolas e o Brasil o sexto por equipes.”

Marcos Goto, técnico, sobre o resultado do Brasil e de Arthur Zanetti no Mundial de Nanning, China (2014)

 

“É claro que depois de 2012 isso tem sido assim. É mais difícil, sim, se manter no topo. Conseguir chegar é difícil, se manter é ainda mais trabalhoso. São vários os detalhes, todo mundo fica de olho… Você tem de trabalhar ainda mais, além de não ter um atleta na sua frente para falar ‘é ele que eu quero buscar’. Tem dado certo. Desta vez eu fui prata, mas é trabalhar mais para 2016.”

Arthur Zanetti, sobre a pressão de ser favorito nas argolas após ouro olímpico (2014)

 

“Estou alegre sim, muito feliz. Ouvir o Hino é gostoso, ele mexe com a gente. Sou assim mesmo contido, mas aos poucos fui me soltando. E não posso dizer que esse título foi uma surpresa. Estava esperando ir para o pódio, meu objetivo era ser o primeiro, estava planejado, tudo deu certo e mais uma etapa foi concluída. Eu sou tranquilo.”

Arthur Zanetti, sobre o ouro nas argolas no Mundial de Antuérpia (2013)

 

“Tentar colocar meu nome no código da ginástica é mais um desafio nessa fase pós-olímpica da minha carreira. É um elemento difícil, chega a doer, mas com o tempo vai se encaixar bem na série.”

Arthur Zanetti, sobre o elemento ‘Zanetti’ que apresentou em Anadia, em etapa da Copa do Mundo (2013)

 

“É um elemento de força extrema. A dificuldade é sair de uma posição estática e subir contra a gravidade, com o corpo travado, na horizontal. O Arthur já fazia um movimento em que ele sai abaixo das argolas, da posição dorsal, e sobe até a maltesa, na horizontal com as argolas. Não havia nenhum elemento em que ele subisse até o apoio.”

Marcos Goto, técnico, explicando sobre o elemento criado para Arthur, o ‘Zanetti’ (2013)

 

“Carregar essas medalhas é um prazer enorme e ela é mérito de todos os que estão a meu lado no dia a dia: treinador, psicóloga, nutricionista, fisioterapeuta, médico, companheiros de clube e da seleção brasileira. E também dos familiares, que apoiam, patrocinadores que acreditam…”

Arthur Zanetti, sobre o ouro olímpico (2012)

 

“Com certeza, essas medalhas abrirão muitas portas para que mais atletas possam praticar a ginástica. A todos que têm um sonho, assim como eu, quero dizer para treinarem muito e nunca tirarem esse objetivo da cabeça porque um dia, com trabalho e dedicação, vão alcançá-lo. E o mais importante, independentemente dos resultados, é saberem que o esporte ajuda a formar o caráter de cada um”.

Arthur Zanetti, sobre o ouro olímpico (2012)