Campeão olímpico e mundial fez argolas (15.033), salto (13.633) e solo (13.866) na disputa por equipes do Mundial e ajudou na conquista do 7º lugar; em 2019, grupo briga por vaga olímpica em Stuttgart (ALE)

unnamed

São Paulo – O campeão olímpico e mundial Arthur Zanetti ajudou o Brasil a ficar no top 8 do 48º Mundial de Ginástica Artística de Doha (Catar). O Brasil terminou em 7º lugar, com nota 243.994, à frente da Holanda (240.660), na competição desta segunda-feira (29/10/2018). Os três primeiros colocados garantiram vaga olímpica para os Jogos de Tóquio/2020: Japão (253.744), Rússia (256.585) e China (256.634). A final ainda teve Estados Unidos (251.994), em 4º, Grã Bretanha (248.628), em 5º, e Suíça (244.294), em 6º.

Arthur Zanetti volta ao ginásio para a final das argolas, na sexta-feira (2/11), a partir das 10 horas (de Brasília), com SporTV 2.

Arthur se apresentou nas argolas (15.033), no salto (13.633) e no solo (13.866) e o Brasil ainda teve Arthur Nory, Caio Souza, Francisco Barretto e Lucas Bittencourt na decisão por equipes. “O Brasil começou meio travado, mas foi se soltando e fazendo boas apresentações. No último aparelho, o cavalo com alças, fomos mal. Não competimos tão bem como poderíamos. Sabemos que o resultado poderia ser um pouco melhor, mas todos deram o seu máximo – é isso o que importa -, curtiram a competição e o Brasil permaneceu no top 8 do mundo. E agora é pensar nas finais individuais”, avaliou Arthur, que ainda vai tentar fazer pequenos ajustes até sexta-feira na sua série nas argolas.

Dono do título mundial nas argolas na Antuérpia/2013 e das medalhas de prata em Nanning/2014 e Tóquio/2011, Arthur disse que a estratégia era colocar o Brasil no top 8 do mundo, visando a vaga olímpica para os Jogos de Tóquio, em 2020. As 24 primeiras equipes deste Mundial de Doha se qualificam para o Mundial de Stuttgart, em 2019, quando estarão em disputa mais nove vagas olímpicas.

Arthur observou que a qualificação olímpica do Brasil é prioridade, assim como ocorreu no ciclo até os Jogos do Rio, em 2016. O trabalho pode ser mais específico, pensando no seu desempenho pessoal nas argolas, depois da qualificação por equipe. “Esta é a estratégia, igual a que fizemos no outro ciclo olímpico na seleção masculina. Quanto mais ginastas tivermos na Olimpíada, melhores as chances de medalhas.”

Arthur Zanetti é atleta da SERC/São Caetano, tem patrocínio da adidas, Caixa, FAB e Bolsa Atleta/Ministério do Esporte e apoio da Spieth e Eurotramp.

Saiba mais: www.facebook.com/ArthurZanettiOficial e https://instagram.com/arthurzanetti.